PEGAMOS um PEDAÇO do PRÉ-SAL #Boravê

publicidade

Pré-sal é um assunto que não sai dos noticiários, mas você já viu um de perto? Nós não só vimos, como pegamos um pedaço de pré-sal na mão!

publicidade

Isso aconteceu durante nossa visita ao Centro de Pesquisas da Petrobras, o CENPES. Deste lugar saíram as tecnologias que fizeram o Brasil conseguir tirar petróleo do pré-sal a mais de 7.000 metros de profundidade — e ser premiado como um dos maiores especialistas do mundo na exploração de águas ultraprofundas!

O laboratório do pré-sal

Junto com a gente, você vai conhecer o caminho que uma molécula faz para sair do fundo do mar, do petróleo encontrado no pré-sal,  e chegar até o motor dos nossos carros. Para se ter uma ideia, são 308.000 metros quadrados de área (o que equivale a mais de 40 campos de futebol), são mais de 100 laboratórios e mais de 4.000 equipamentos ultra tecnológicos.

O que é pré-sal

O Brasil explora o petróleo há alguns anos, desde o século XIX. Mas foi apenas na nossa história recente que descobrimos a existência do pré-sal.

Geologicamente falando, ele refere-se a uma camada de rochas formadas preferencialmente por rochas carbonáticas, localizada abaixo de uma camada de sal.

No Brasil, especificamente, o pré-sal é uma sequência de rochas sedimentares formadas há mais de 100 milhões de anos, no espaço geográfico criado pela separação dos atuais continentes Americano e Africano.

Tecnicamente, o pré-sal é uma camada de sedimentos que fica abaixo das camadas de pós-sal e sal. Esse termo é utilizado no País para se referir ao reservatório de petróleo encontrado na costa brasileira. A sua descoberta em si foi anunciada em 2007 e ajudou a tornar o Brasil um dos maiores produtores de petróleo e gás do mundo.

E aí, boravê os bastidores da exploração científica?

Deixe seu comentário

Artigo anteriorFaça um JOGO da VELHA que GANHA de VOCÊ!
Próximo artigoComo funciona uma PLATAFORMA de PETRÓLEO #Boravê
Jornalista multimídia e produtora de conteúdo. Curiosa, gosto de ler de tudo um pouco - de livros gigantes até placas de trânsito. Sou fã dos quadrinhos da Mafalda, e todos meus animais de estimação têm nome de comida. Adoro contar uns contos, mas amarro bem os pontos.